Dificuldade das Coisas
Isso que se chama de homem agora pode ser raspado psicanaliticamente.
Karl Kraus, Aforismos
Como encarar democraticamente as eleições em que elegemos representantes? Qual dentre nós permitiria ser representado por alguém em qualquer ocasião se mesmo os advogados tendem mais a acordos que a fazer defesas incisivas? Tanta tecnologia e não nos permitem votar as grandes questões diretamente? É preciso ir à praça e infernizar o trânsito, bloquear as ruas e assinar listas de petições para que sejamos ao menos ouvidos, ainda que não atendidos?
Estamos condenados à revolta ou aprenderemos a agir democraticamente?
CASO NARDONI
Já faz algum tempo que tento escolher as palavras certas para me pronunciar sobre o assunto. A verdade é que um tema muito delicado e que envolve um dos sentimentos mais fortes na cultura brasileira que é a instituição da familia. Acredito que foi uma das maiores mobilizações populares pedindo por justiça, todos abismados com aquela realidade. Pois eu tenho algo a mais a dizer, além do óbvio.
Esta realidade é diária. Este caso foi apenas um em uma família de classe média que a mídia deu uma atenção em algum momento de crise política. Gostaria que alguém me respondesse quantas pessoas não morrem futilmente todos os dias nas ruas dessa grande metrópole, quantas crianças e jovens não perdem sua vida dentro das favelas, mortos pela guerra do trafégo. E a miséria para qual fechamos a janela do carro todos os dias. A violência, a corrupção, o preconceito, será que nada disso também não precisa de nossa atenção? Só a Isabella merece justiça? Quantos outros sem nomes perdem sua vida por causa de dez reias, de um celular, de uma carteira vazia, de uma irresponsabilidade. Estes também não merecem nosso grito de justiça, a nossa mobilização? Achei muito positivo o que aconteceu no caso dos Nardoni e gostaria de convocar aquelas pessoas que estiveram na frente do fórum a protestarem contra o salário de todos os políticos, contra a falta de segurança, de emprego, de higiene, de hospitais adequados, de transporte, e tantos outros direitos que são arrancados de nós diariamente e nós nem se quer levantamos do sofá para reclamar. Aceitamos as transgressões calados. Não precisamos da telivisão para ver a miséria, para conviver com a violência e medo. Não precisamos que nos mostrem atrocidades. Basta abrir a porta de sua casa e dar o primeiro passo para rua. Este caso, infleizmente, é só mais um entre tantos outros iguais. Que bom que foi feito justiça. Mas é pouco, muito pouco. Quantas outras famílias ficam desamparadas nesta cidade? O que este caso tem de diferente de tantas outras crianças que perdem sua vida diariamente nesta cidade, neste país e ninguém registra. É muita ingenuidade, é muita passividade de uma população só.
Gostaria, realmente gostaria, que existisse esta mobilização para todas injustiças cometidas neste país. Este caso mostrou que povo tem força, a questão é se ele quer lutar por uma vida melhor. Eu achava que era uma pergunta idiota, mas hoje acredito que precisa ser feita. Será que pediriamos dispensa de nossos empregos para protestar frente a prefeitura? Será que viajariamos do Píaui para São Paulo para ver a justiça sendo feita? Cadê o povo quando mais se precisa dele? A luta não acabou, para falar a verdade nem começou. Há muito o que fazer por este país, não adianta ir uma vez ao fórum e acreditar que cumprimos nosso papel de cidadãos.
Ass: Danilo Mendonça Martinho
O PREÇO
Há muito tempo atrás o homem vivia em harmonia com a natureza, plantando e caçando para seu sustento. As armas foram inventadas quando surgiu a necessidade de homens matarem outros homens. Desde então fronteiras, invasões, colonizações, ideologias, diferenças, poder, religião, tudo foi usado como desculpa para matar. Hoje o mundo já se desfez da necessidade das desculpas.
Pega-se um táxi e então resolve-se espancar, atropelar e jogar no rio o taxista. Invade-se a casa de uma pessoa que tentou te ajudar para seqüestrá-lo e mata pai e filho. Ambas das situações nenhum um motivo sequer. Nada, nem a mera tentativa de se justificar. As mortes das guerras de antes eram tão sem sentido como estas. Mas o ponto que chegamos é algo assustador. A normalidade disto tudo. A indiferença de tirar uma vida. O que era para ser direito pleno de todos, um dia se colocaram um preço e movimento de mercado levou a isto: não se vale nada.
É triste, é angustiante e é amedrontador. O que dá mais medo é que essas pessoas surgiram da nossa sociedade. Nós criamos uma pessoa que é tão excluída a ponto de sentir sua vida sem preço, sem objetivo e automaticamente a dos outros também se torna. É a miséria que ignoramos, a violência da qual nos escondemos, o governo do qual nos desconectamos, são as nossas lutas que abandonamos todo santo dia. Precisamos seriamente mudar nossa atitude como sociedade, ou nossa vida será cada dia mais, sem propósito.
Ass: Danilo Mendonça Martinho
Nos limites da Cidade
A cidade é um caos. Trânsito a qualquer hora do dia, poluição, violência. Qualquer incidente pára a cidade, ainda mais quando naturais e inevitáveis como a chuva. As pessoas são mal-educadas, não respeitam os lugares públicos e nem mesmo seus próprios lares. Consomem sem parâmetros, sujam, agem inconscientes e depois param em frente a tevê perguntando porque tanta coisa ruim acontece. A sociedade saturada uns com outros, desacreditas em mudanças, a mercê de qualquer governo. Pessoas que tentam ignorar os fatos para conseguir sair de suas camas e casas pela manhã, a ilusão de se preocupar apenas com si e esquecer o seu redor, a falsa mente limpa, de mãos lavadas, fazendo seu trabalho e mais nada. A vida se limita a suas preocupações, seus amigos, sua rotina e nada mais. O mundo é supérfluo e se viver o bastante já é o suficiente, que se importa com os anos além daqui? Mesmo com todos os sinais, os encontros casuais, as verdades nas esquinas, vamos apenas fechar a janela, trancar as portas e esperar a tempestade passar. Quando sairmos tudo vai estar bem.
Quem já tentou conviver em um apartamento pequeno, dividir uma cama, ou seja lá o que for vai entender o meu ponto de vista. Estamos em cubículo ou pelo menos transformamos a cidade nisso. Existem pelo menos cerca de 17 milhões de pessoas no mesmo espaço. Um ovo, um átomo, enfim, o que você quiser. O fato é que a população está muito além do que qualquer estrutura que São Paulo pudesse atingir. Há muito que fazer para mudar isto, sem dúvida, mas tudo começa conosco. Se não conseguirmos conviver entre nós mesmos com um pouco de respeito e paz, nada mais vai dar certo. Quando você divide uma casa com outras pessoas se não há limites, se não se respeitam, a casa vem a abaixo. Isto é São Paulo, uma casa desmoronando, que precisa mais do que nunca que nós estejamos juntos lutando por tudo e por todos que dela fazem parte. E acredite estamos muito próximos do limite.
Alguém pode me chamar de utópico. Mas estive na avenida Paulista domingo passado, nove horas da noite, tempo agradável. Andando pelas calçadas, a luzes são lindas por lá, algumas famílias caminhando, outros passeando com seus cachorros, todos convivendo bem. Nada de correrias. Apenas cada um no seu caminho, mas na mesma cidade. E faz você pensar: “Nossa como seria bom, se fosse sempre assim.” E pode ser.
Ass: Danilo Mendonça Martinho
Nas últimas semanas inúmeras catástrofes e acontecimentos abalaram o planeta, causando muitas mortes e deixando conseqüências seriíssimas. Homens bomba tentando derrubar aviões, agressões a políticos, deslizamentos de terra, terremotos, o caos instaurado por todos os lados logo no começo de mais um ano. Nessas horas surgem os ditos especialistas, com suas teses e explicações para estes fatos. Mas vamos atentar para um detalhe esquecido: de onde está vindo tudo isto senão da própria mão do homem?
Há tempos a discussão ecológica vem sendo tratada como prioridade, mas factualmente nada de concreto aconteceu. Tivemos a Eco 92, Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, que iniciou as discussões sobre a adoção de um desenvolvimento sócio economico mais racional, minizando as agressões ao meio ambiente. Pelos anos muitos tratados e compromissos foram firmados pelos países. Foi criado o protocolo de Kyoto, um documento no qual os países desenvolvidos (e os em desenvolvimento proporcionalmente) têm a obrigação de reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa. Muitas discussões e discursos pomposos, mas na prática vemos a repetição dos mesmos erros. E cá entre nós, é dificil de acreditar que exista um horizonte real de mudança neste cenário.
O terrorismo e as ideologias políticas são outros exemplos do extremismo e da arrogância humanas. Durante toda sua história os homens brigaram (e continuam brigando) pelo poder. A necessidade de ser mais forte do que o outro é um fardo inerente ao ser, uma característica pessoal de todos. Líderes com relatos inflamados se aproveitam da condição social de pobres coitados para convocá-los a cometeram atos suicidas, condição que os torna heróis de seu povo. Ou então propagam discursos racistas, xenófobos, de agressão religiosa, palavras que são assimiladas por seus “seguidores” em sua maioria pessoas desprovidas de melhor sorte na vida, que dedicam-se a acompanhar e tomar como verdades aquilo que recebem com “carinho” e “atenção” de seus líderes.
Evidentemente que existem outras inúmeras discussões em torno destes temas. Mas o foco sempre será a causa. Buscar um mundo mais igualitário somente será possível quando o homem se livrar de seu egoísmo e orgulho. Pense bem e veja que na raiz das guerras, da pobreza, da destruição, da desigualdade, do horror, sempre tem alguém querendo derrotar alguém. É dificil afirmar, ou pelos menos especular o que será do amanhã. Mas certamente temos que aceitar que dificilmente teremos amanhã se não começarmos a mudar nossos “hojes”
Murillo Arneiro
NATAL
O natal chegou e o governo generosamente já estava nos comprando Panetones, que maravilha não? O melhor é o que se ouve por aí: “Ta vendo mensalão não é só do PT”. Como é triste não perceber que, o que importa não é quem faz, mas o palhaço que é roubado é o mesmo, você!
Ficar contra um partido, desacreditar em um político, nada disto é realmente válido, todos estão rindo da nossa cara. Faces que inclusive se espantam a cada escândalo. Não sei como já não estamos acostumados e como não fizemos nada, absolutamente nada, para isto mudar. Não importa quem, importa que continuam nos roubando sem o mínimo pudor, sem o mínimo peso na consciência. Se alguém teve a oportunidade de ver as câmeras escondidas é impressionante a tranqüilidade com que se pega o dinheiro da mesa e se guarda nos bolsos. “medo que possam roubar” hora já que é para os Panetones porque não contratar uma transportadora de valores, porque não transferir para uma conta do governo destinada a estes fins, para que se arriscar tanto? Desculpem, mas está cada dia mais difícil de engolir tudo isso. Uma cidade em caos, violência a cada esquina, e tudo que se paga em impostos é meramente em vão. Não tem como não se sentir um idiota vendo tudo isso, você que sai todo dia às 4 da manhã para trabalhar pega o trem cada dia mais lotado, tem agüentar a falta de educação, uma exploração pelo seu trabalho, voltar pra casa e ver isto na tevê. Por que, por que ainda estamos sentados nos sofás? Sabemos onde eles estão, e temos direitos.
Sim, protestos têm sido feitos, mas agora é pouco, e isso devia ser constante, deveríamos estar fiscalizando que esses ditos nobres políticos estão fazendo por nós. É pouco, pois caso você não tenha notado, praticamente ninguém foi preso em nenhuma dessas ondas de escândalos, duvido você me citar 3, se achar um já é muito.
Ser brasileiro por muitas vezes é amargo, revoltante, pequeno. É desesperador olhar para essa massa de pessoas e enxerga-las todas apáticas diante de um país que grita por ajuda.
Feliz Natal
Ass:Danilo Mendonça Martinho
Educação
Estamos em um mundo de mãos abaixadas. Não consigo me lembrar a última vez que alguém fez uma pergunta e houvesse quem levantasse a mão. Ninguém mais tem opinião, vontades, acredita em uma revolução. Todos permanentemente inertes. Explorados e atordoados de toda falta de estimulo. Pessoas que não sabem dizer o que querem, não aprenderam a questionar, e já se cansaram de pensar no tanto que tem que ser feito para mudar.
E já seria grave estar falando aqui de uma geração calejada pelos anos de vida e de experiência em um mundo sem escrúpulos. (Aliás não é o mundo que tem falta deles) Estamos falando da nossa juventude, adolescência, antes mesmo talvez. Todos saídos de instituições de ensino falidas em conhecimento, falidas de métodos. Limitadas aos conteúdos das provas de vestibular. E os cidadãos, os humanos, os seres humanos, se perdem em algum momento. Uma geração que desconhece a própria cultura. Um aprendizado pesado e de esforços para os quais ninguém quer voltar.
É impressionante que em um mundo com tanta tecnologia e avanços, a escola siga os mesmos modelos dos jesuítas quando chegaram aqui. Estudiosos no assunto não faltam, novas teorias e testes comprovados do que dá e não dá certo. Mas cruzamos os braços e deixamos nossos filhos a mesma mercê, do mesmo sistema do qual tivemos que sobreviver, na verdade nem tão a salvo assim.
Nós mesmos não repetiríamos hoje as provas que fizemos na oitava série. Pedagogia se resume a isso? Passar 11 anos em uma instituição dita de conhecimentos e novas idéias, se preparando para uma única prova…é pouco…é vão
“Educação é o que resta depois de ter esquecido tudo que se aprendeu na escola” Albert Einstein.
Ass: Danilo Mendonça Martinho
Números
Preparem-se os números estão chegando. Em breve seremos reduzidos a isso, estatísticas favoráveis, ou escândalos e absurdos. Sim será a campanha para presidência deste país, de tantos números. A começar pelo de extensão, de pessoas, de pobreza, de educação básica e títulos do futebol.
Como você se sente quando alguém diz que 95% das nossas crianças estão na escola? É isso que você enxerga pela janela? O que você pensa do maior crescimento econômico do país nas últimas décadas não ter siso capaz de aumentar o seu salário, de diminuir os seus impostos. E isto sou eu que estou dizendo, quais contas do governo você foi atrás. Quais números do IPEA do IBGE você está em contato?
Peço por favor, criem uma opinião antes que seja tarde, antes que números do passado façam lhe acreditar em algum futuro que ninguém planejou. Investiguem, questionem, ao menos uma vez. Não me importa qual seja, mas tenha uma posição. O voto é seu, você também é dono deste país, cuide dele.
Por fim, apenas lembrem que números não significam necessariamente qualidade, ninguém conhece melhor a realidade do país do que você que sente a flor da pele, que é a base do sistema. Você tem um dever: lutar para que tudo isso mude, para que não nos tornemos números em um gráfico qualquer.
Ass: Danilo Mendonça Martinho
Fazer a Diferença
Todas as sextas-feiras a rede CBN de rádio transmite o programa Fim de Expediente apresentado por Dan Stulbach. Em uma dessas sextas era véspera do aniversário do ator e lhe fizeram a surpresa de trazer aos estúdios Sócrates. Obviamente o jogador de futebol.
Dan Stulbach é corintiano fanático e resolveram fazer esta surpresa para ele. Durante o programa muitas coisas foram discutidas, muitos momentos engraçados, reflexões sérias. Até que houve a pergunta sobre a democracia corintiana, que se ligou ao governo do nosso país, e lógico as críticas inerentes a ele. Então Sócrates foi questionado por um dos apresentadores: “Mas o Lula Chegou lá”. Sócrates: “Sim chegou, mas não mudou esse país, e não é uma pessoa que vai mudar esse país. Precisa de educação para mudar alguma coisa….”
Logo quando terminava a primeira frase já começava a ser aplaudido. Provável que o público que acompanhava ao vivo o programa não era muito politizado, ou pelo menos se achava ser. Não que a frase não merecesse aplausos, mas duvido que tenham o feito pelo motivo certo. Aplaudiram, pois tinha ali uma crítica ao Lula. Mas a questão não é o presidente.
Aliás, abro aqui um parêntese para dizer que nunca se trata do governante, eles vão, o que fica é a cidade e a população, e é isso que deve ser avaliado, os projetos que ficaram para cidade e não para o currículo de algum político. O discurso não deveria ser sobre o que foi feito, pois isto é apenas a obrigação, e sim sobre tudo que pode ser feito e de que forma pretende realiza-lo. Mas está para nascer um político assim, ou uma sociedade que o cobre para ser assim.
Voltando a questão da frase. O importante é lembrar que não é uma pessoa que vai mudar o país e praticar cidadania sentado no sofá não vai adiantar muito. Olhar para televisão decepcionado, discutir na cozinha e sair para trabalhar no dia seguinte como se não fosse sua obrigação fazer a situação mudar, isto sim é decepcionante. Se submeter aos absurdos diários calado é uma atrocidade.
Cobre, diga, fala, reclame, se você cumpre seus deveres o mínimo é exigir pelos seus direitos. Política não é apenas papo de mesa de bar, é praticável por todos. Há alguém interessado em uma vida melhor? Então passou da hora de prestar atenção.
Ass: Danilo Mendonça Martinho
Público e Privado
A distorção dessas palavras na mente do povo brasileiro está passando dos limites. Nem vou dizer que é culpa nossa, pois o exemplo vem de cima. Dos que tomam o público como se fosse deles, de quem embolsa e fatura em cima do que não lhe pertence. Mas não vamos entrar em políticas e manter-se ao social.
A questão da diferença entre o público e o privado me chegou a minha atenção por uma simples questão de educação. Levanta a mão quem em algum ônibus, metro, rua, teve que agüentar uma música que não gostava, pois a pessoa estava sem fones de ouvido. Já foram tantas que estou pensando em começar a vender, me irrita de uma forma que penso até em doar os fones.
E quem pensa assim em relação a música que coloca no celular, pensa da mesma forma em relação a sujar a praça, a rua, o transporte público, etc… A falta de consciência é exponencial. Queria apenas deixar aqui os conceitos bem claros.
O público é o espaço que não é só seu, é de todos. Logo é dever de todos cuidar para sua preservação e manutenção, e é pré-requisito mínimo respeitar os outros que venham a utilizar o mesmo espaço que você.
O privado é particular, é teu. Planta bananeira, ouve funk, convida os amigos, faz churrasco, muda o nome, faz o que quiser, você comprou e é teu.
Será que é difícil a pessoa perceber que ela não está sozinha no ônibus que nem todo mundo pode gostar da música que ela está ouvindo, e mesmo se gostassem a questão não é essa, o respeito deveria ser o mesmo. Como falta educação, principalmente na hora de saber conviver em um espaço compartilhado com outras pessoas. E em uma cidade de praticamente 20 milhões de habitantes, faz falta, faz muita falta.
Ass: Danilo Mendonça Martinho